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"Aliados históricos". Rangel elogia relação transatlântica e Rubio procura vender caças
O ministro português dos Negócios Estrangeiros começou por recordar as relações históricas entre Portugal e os Estados Unidos sem esquecer a importância da Base das Lajes, nos Açores. Sobre esta estrutura, Marco Rubio afirmou que estão a ser seguidos "os protocolos". Adiante, o secretário de Estado norte-americano tratou de promover a potencial venda de caças F-35 a Portugal.
Paulo Rangel, que protagonizou esta quinta-feira uma conferência de imprensa conjunta com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, enumerou vários interesses dos dois países na área económica e frisou que, em termos europeus, “Portugal é o campeão da prioridade que a Europa deve dar à relação transatlântica”.
Paulo Rangel não esqueceu a guerra na Ucrânia nem no Médio Oriente e elogiou o papel norte-americano “na resolução” dos conflitos.
Por sua vez, Marco Rubio começou por salientar que “entendeu quase tudo” o que Rangel disse, frisando que o “português é muito semelhante ao espanhol” e realçou estar “muito satisfeito” por estar em Portugal pela primeira vez.
O secretário de Estado norte-americano recordou também a importância das relações entre os dois países. “No passado trabalhámos em fortalecer os arsenais das nossas Forças Armadas”, apontou, realçando a “importância de um maior investimento na defesa”. “Para a NATO ser forte, e os Estados da NATO serem fortes têm de ter capacidades”, realçou.
O ministro dos Negócios Estrangeiros salientou ainda a importância da Aliança Atlântica. frisando que “é preciso investir na Defesa” para uma “NATO mais forte”.
“A NATO é um pilar fundamental da nossa defesa e da nossa segurança e é portanto uma das prioridades na nossa política externa”.
Paulo Rangel não esqueceu a guerra na Ucrânia nem no Médio Oriente e elogiou o papel norte-americano “na resolução” dos conflitos.
O responsável pela diplomacia portuguesa deixou ainda uma palavra à comunidade portuguesa residente nos Estados Unidos.
Relação entre Portugal e EUA vai “muito além da defesa”
Por sua vez, Marco Rubio começou por salientar que “entendeu quase tudo” o que Rangel disse, frisando que o “português é muito semelhante ao espanhol” e realçou estar “muito satisfeito” por estar em Portugal pela primeira vez.
O secretário de Estado norte-americano recordou também a importância das relações entre os dois países. “No passado trabalhámos em fortalecer os arsenais das nossas Forças Armadas”, apontou, realçando a “importância de um maior investimento na defesa”. “Para a NATO ser forte, e os Estados da NATO serem fortes têm de ter capacidades”, realçou.
Rubio sublinhou ainda que o que acontece entre os dois países vai “muito além da defesa”, recordando a componente económica “em que Portugal tem um papel muito importante na promoção do comércio norte-americano”, dando como exemplo os cabos submarinos e as reservas de minerais.
Rubio defende que Portugal compre aviões norte-americanos F-35
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que a utilização da base das Lajes, nos Açores, pelas forças militares dos Estados Unidos segue "os protocolos" e elogiou Portugal como "um grande aliado".
Rubio defendeu ainda que Portugal deve comprar os aviões norte-americanos F-35, que classificou como "os melhores do mundo", mas remeteu a decisão para o Governo português.
Por seu lado, Paulo Rangel esclareceu que a decisão sobre a substituição da envelhecida frota de F-16 da Força Aérea Portuguesa "ainda não está tomada", tratando-se de um processo "a ser pilotado" pelo Ministério da Defesa e que envolve todo o Governo.
"O Estado português decidirá sempre de acordo com o interesse nacional. Não haverá outro critério", salientou. Na resposta aos jornalistas, depois de questionado por um jornalista da Bloomberg sobre as relações da China com os Estados Unidos e com a Europa, Rubio defendeu que “não é bom para qualquer país depender da China”, dando como exemplo a pandemia de Covid, a crise energética e o setor das telecomunicações, com principal enfoque nos cabos submarinos.
Já Paulo Rangel frisou que a “segurança dos cabos submarinos é fundamental e que Portugal é uma porta de entrada dos cabos que ligam os dois lados do Atlântico” mas realça também que a “relação entre Portugal e a China tem mais de 500 anos”.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que a utilização da base das Lajes, nos Açores, pelas forças militares dos Estados Unidos segue "os protocolos" e elogiou Portugal como "um grande aliado".
Rubio defendeu ainda que Portugal deve comprar os aviões norte-americanos F-35, que classificou como "os melhores do mundo", mas remeteu a decisão para o Governo português.
Por seu lado, Paulo Rangel esclareceu que a decisão sobre a substituição da envelhecida frota de F-16 da Força Aérea Portuguesa "ainda não está tomada", tratando-se de um processo "a ser pilotado" pelo Ministério da Defesa e que envolve todo o Governo.
"O Estado português decidirá sempre de acordo com o interesse nacional. Não haverá outro critério", salientou. Na resposta aos jornalistas, depois de questionado por um jornalista da Bloomberg sobre as relações da China com os Estados Unidos e com a Europa, Rubio defendeu que “não é bom para qualquer país depender da China”, dando como exemplo a pandemia de Covid, a crise energética e o setor das telecomunicações, com principal enfoque nos cabos submarinos.
Já Paulo Rangel frisou que a “segurança dos cabos submarinos é fundamental e que Portugal é uma porta de entrada dos cabos que ligam os dois lados do Atlântico” mas realça também que a “relação entre Portugal e a China tem mais de 500 anos”.